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Sacre Investimentos
24 de ago. de 20262 min

M. Dias Branco - Radar de Resultados 2T26

No 2T26, a receita líquida atingiu R$ 2,7 bilhões (-0,9% a/a e +21,7% t/t), sustentada por aumento de volumes para 477 mil toneladas (+4,0% a/a) e alta de 4% t/t em preços médios, favorecida por mix mais positivo, enquanto o CPV somou R$ 1,8 bilhões (-2,1% a/a e +18,4% t/t), levando o lucro bruto a R$ 923,0 milhões (+1,5% a/a e +28,6% t/t) e a margem bruta a 34,2% (+0,8 p.p. a/a e +1,8 p.p. t/t). Em contrapartida, as despesas operacionais ficaram em patamar elevado, com despesas com vendas de R$ 534,0 milhões (+12,1% a/a) e despesas administrativas de R$ 112,0 milhões (+26,0% a/a), pressionando o EBIT para R$ 183,0 milhões (-24,6% a/a e +86,0% t/t), com margem EBIT de 6,8% (-2,1 p.p. a/a e +2,3 p.p. t/t). O EBITDA reportado foi de R$ 284,4 milhões (-17,4% a/a e +45,2% t/t) e o EBITDA ajustado de R$ 281,0 milhões (-18,0% a/a e +55,8% t/t), com margem EBITDA ajustada de 10,4% (-2,2 p.p. a/a e +2,3 p.p. t/t), enquanto o lucro líquido ficou em R$ 168,9 milhões (-22,1% a/a e +58,6% t/t), com margem líquida de 6,2% (-1,7 p.p. a/a e +1,5 p.p. t/t). No balanço, a companhia encerrou o trimestre com caixa bruto de R$ 2,1 bilhões e posição de caixa líquido de R$ 767,0 milhões (vs. R$ 328,2 milhões no trimestre anterior), o que se refletiu em alavancagem de -0,7x dívida líquida/EBITDA (vs. -0,3x no 1T26).

M. Dias Branco (MDIA3)

(Participação BTG Equity Research) · Resultado 2T26

Comentário de Resultado

No 2T26, a receita líquida atingiu R$ 2,7 bilhões (-0,9% a/a e +21,7% t/t), sustentada por aumento de volumes para 477 mil toneladas (+4,0% a/a) e alta de 4% t/t em preços médios, favorecida por mix mais positivo, enquanto o CPV somou R$ 1,8 bilhões (-2,1% a/a e +18,4% t/t), levando o lucro bruto a R$ 923,0 milhões (+1,5% a/a e +28,6% t/t) e a margem bruta a 34,2% (+0,8 p.p. a/a e +1,8 p.p. t/t). Em contrapartida, as despesas operacionais ficaram em patamar elevado, com despesas com vendas de R$ 534,0 milhões (+12,1% a/a) e despesas administrativas de R$ 112,0 milhões (+26,0% a/a), pressionando o EBIT para R$ 183,0 milhões (-24,6% a/a e +86,0% t/t), com margem EBIT de 6,8% (-2,1 p.p. a/a e +2,3 p.p. t/t). O EBITDA reportado foi de R$ 284,4 milhões (-17,4% a/a e +45,2% t/t) e o EBITDA ajustado de R$ 281,0 milhões (-18,0% a/a e +55,8% t/t), com margem EBITDA ajustada de 10,4% (-2,2 p.p. a/a e +2,3 p.p. t/t), enquanto o lucro líquido ficou em R$ 168,9 milhões (-22,1% a/a e +58,6% t/t), com margem líquida de 6,2% (-1,7 p.p. a/a e +1,5 p.p. t/t). No balanço, a companhia encerrou o trimestre com caixa bruto de R$ 2,1 bilhões e posição de caixa líquido de R$ 767,0 milhões (vs. R$ 328,2 milhões no trimestre anterior), o que se refletiu em alavancagem de -0,7x dívida líquida/EBITDA (vs. -0,3x no 1T26).

Nossa Visão: A companhia mantém posição de caixa líquido e cronograma de dívida alongado, sem pressões relevantes de liquidez ou solvência no curto prazo.

Principais indicadores

Cronograma de amortizacao e perfil da divida

Cronograma consolidado de debentures e empréstimos/financiamentos (R$ milhões). Valores convertidos de R$ mil.

Composicao acionaria

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Os dados apresentados nas tabelas e gráficos foram elaborados com base nas informações divulgadas pela Companhia e podem divergir dos números reportados no relatório de Equity Research, em função dos ajustes que a equipe de análise pode realizar a seu critério.