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Sacre Investimentos
28 de mai. de 202618 min

Radar de Cetipados de Fundos Listados | 28/05/26

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Acompanhe as principais informações divulgadas pelos fundos cetipados.

Dividendos Anunciados

Informações Gerenciais

Sobre os fundos

BTAG II Fiagro-DC CDI

O BTG Pactual Crédito Agrícola BTAG II CDI Fiagro – Direitos Creditórios é um fundo voltado para investimentos em crédito estruturado ao setor agro brasileiro, com foco na geração de renda e valorização de longo prazo. A estratégia do fundo contempla a alocação em diversos instrumentos financeiros do agronegócio, como CRAs, cotas de FIDCs, CPRs, CCEs, debêntures, CDCAs e outros, promovendo ampla diversificação e flexibilidade operacional.

A carteira do fundo é formada por ativos de crédito high yield, com foco principal em CRAs, mas também contempla operações em outros instrumentos do setor. A seleção dos ativos considera a pulverização entre emissores, segmentos e regiões do país, com o objetivo de mitigar riscos de concentração e riscos climáticos. Além disso, a gestão atua de forma ativa na negociação das garantias, buscando segurança jurídica e financeira nas estruturas das operações investidas.

A estrutura do fundo oferta contempla dois veículos: um fundo com taxa pós-fixada, atrelada ao CDI, e prazo de 5 anos; e outro fundo com taxa pré-fixada, com prazo de 4 anos. Em ambos os casos, as amortizações são feitas conforme os vencimentos das operações, encerrando suas atividades ao final do período estabelecido.

BTAG II Fiagro-DC PRÉ

O BTG Pactual Crédito Agrícola BTAG II CDI Fiagro – Direitos Creditórios é um fundo voltado para investimentos em crédito estruturado ao setor agro brasileiro, com foco na geração de renda e valorização de longo prazo. A estratégia do fundo contempla a alocação em diversos instrumentos financeiros do agronegócio, como CRAs, cotas de FIDCs, CPRs, CCEs, debêntures, CDCAs e outros, promovendo ampla diversificação e flexibilidade operacional.

A carteira do fundo é formada por ativos de crédito high yield, com foco principal em CRAs, mas também contempla operações em outros instrumentos do setor. A seleção dos ativos considera a pulverização entre emissores, segmentos e regiões do país, com o objetivo de mitigar riscos de concentração e riscos climáticos. Além disso, a gestão atua de forma ativa na negociação das garantias, buscando segurança jurídica e financeira nas estruturas das operações investidas.

A estrutura do fundo oferta contempla dois veículos: um fundo com taxa pós-fixada, atrelada ao CDI, e prazo de 5 anos; e outro fundo com taxa pré-fixada, com prazo de 4 anos. Em ambos os casos, as amortizações são feitas conforme os vencimentos das operações, encerrando suas atividades ao final do período estabelecido.

Éxes Carajá Fiagro-DC 

O Éxes Carajá Fiagro-DC tem como objetivo investir seus recursos em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), mas com a possibilidade de alocar em outros instrumentos de crédito do setor, assim como CPRs e CDCAs, aproveitando oportunidades ao longo da cadeia produtiva agrícola. O objetivo do fundo é proporcionar ao investidor acesso a ativos de crédito que tradicionalmente ficam restritos às mesas proprietárias das instituições financeiras, com atenção à relação risco vs. retorno.

O fundo possui prazo determinado de 7 anos, com período de investimento de 3 anos. Após essa fase, os recursos passarão a ser amortizados conforme o vencimento das operações, até a liquidação completa do fundo no encerramento do prazo. Inicialmente, a alocação é voltada majoritariamente a produtores rurais, com base na capacidade de originação própria da gestora e em sua rede de relacionamento espalhada por diversas regiões do país, o que contribui para diversificação e mitigação de riscos setoriais e geográficos.

A gestão do fundo é realizada pela Éxes Gestora de Recursos, fundada em 2018 por executivos com forte atuação na originação de crédito privado em diferentes setores da economia, com destaque para o mercado agrícola.

BTG LOG AAA Cajamar

O BTG LOG AAA Cajamar é um fundo logístico estruturado no modelo built-to-suit (BTS), com o objetivo de desenvolver um complexo de alto padrão em São Paulo, locado para o Mercado Livre. Com prazo de 4 anos (prorrogáveis por mais 2), o fundo prevê a venda do ativo ao final do período e a amortização das cotas aos investidores.

A estrutura do fundo conta com duas classes de cotas: sênior (R$ 700 milhões) e subordinada (R$ 265 milhões). Apenas as cotas sêniores foram ofertadas ao público, garantindo preferência nos rendimentos e maior segurança por meio de uma subordinação de cerca de 25%. A expectativa de retorno base para os cotistas sêniores é de IPCA + 9,0% ao ano. Caso a TIR nominal das cotas subordinadas atinja 20%, os cotistas sêniores terão direito a 5% do valor da venda, ou seja, quanto maior a TIR de venda do imóvel (assumindo o mínimo de 20%), maior será a rentabilidade adicional para os investidores. Por conta da subordinação, a rentabilidade base continuará a vigorar mesmo em um cenário de estresse na venda do galpão, que poderá ser vendido com cap rate de até 12,6% sem que tenha impactos no retorno base.

Em relação à construção do empreendimento, os riscos são mitigados por uma série de mecanismos robustos. O projeto já conta com todas as licenças aprovadas, eliminando o risco de aprovação. O desembolso de capital ocorrerá de forma gradual, conforme o avanço do cronograma da obra, e 10% do valor total será retido e liberado apenas após a emissão do “Habite-se”. Além disso, foi contratado um seguro de 20% do valor da obra com seguradora de primeira linha, e a construção será realizada com contrato de preço máximo, o que reduz o risco de estouro de custos.

BTG Pactual LogCP

O BTG Pactual LogCP é um fundo imobiliário de gestão ativa com foco em ativos logísticos de alto padrão. O fundo conta com a parceria da LogCP, uma das maiores desenvolvedoras logísticas do Brasil, responsável pela administração dos imóveis, além dos serviços de engenharia e manutenção. Visando o alinhamento de interesses, a LogCP também é cotista do fundo.

Desde sua criação, o fundo realizou três emissões de cotas, permitindo o investimento em 9 galpões, que somam mais de 560 mil m² de ABL distribuídos entre as regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. O mix contratual do fundo inclui contratos típicos e atípicos, o que garante diversificação e diferentes níveis de proteção em relação à vacância e reajustes. O principal inquilino do portfólio é a Amazon, que ocupa o ativo Log Fortaleza (CE), Log Goiânia (GO), Log Viana (ES) e o LOG Recife (PE) — o primeiro galpão desenvolvido no Brasil segundo os padrões logísticos globais da companhia. O empreendimento conta com investimentos relevantes realizados pela própria companhia, reforçando a importância operacional do ativo.

A estrutura do fundo prevê uma elevação temporária do dividend yield nos primeiros anos, uma vez que, no âmbito da aquisição dos ativos, o fundo paga parte do valor dos ativos, mas recebe 100% das receitas de locação desde o início. Esse modelo de remuneração permanecerá vigente até outubro de 2025.

BTG Pactual Log Prime

O BTG Pactual Log Prime é um fundo de galpões logísticos de gestão ativa, focado na aquisição de empreendimentos de alto padrão nas principais regiões logísticas do país. Com prazo determinado de 5 anos (prorrogáveis por até dois anos), o fundo possui um retorno-alvo de IPCA + 8,7% ao ano e patrimônio líquido superior a R$ 1,0 bilhão.

A estrutura do fundo prevê subclasses de cotas, com destaque para a cota sênior, que é a classe destinada a investidores de varejo (qualificados). Essa cota conta com prioridade no recebimento dos rendimentos e na devolução do capital, além de contar com subordinação de 28%, funcionando como um colchão de proteção. Sob a ótica da devolução do capital, o pagamento integral da cota sênior exigiria uma venda forçada dos imóveis com cerca de 30% de desconto em relação ao valor de mercado, o que reforça a estrutura de proteção para o cotista sênior.

O portfólio de ativos do fundo é composto por cinco ativos logísticos AAA, totalmente operacionais, 100% ocupados e locados para inquilinos de primeira linha, como Mercado Livre, Amazon, GPA, BRF e Magazine Luiza. A maior parte dos ativos está localizada no estado de São Paulo, dentro do raio de até 30 km da capital (e.g., Guarulhos, Cajamar e Embu), além de um ativo no Rio de Janeiro (Duque de Caxias). Os contratos apresentam perfil majoritariamente típico (55%), todos indexados ao IPCA, garantindo previsibilidade de fluxo e proteção inflacionária, e com prazo médio ponderado de 8 anos.

BTG Pactual Crédito Imobiliário CDI

O BTG Pactual Crédito Imobiliário CDI FII (BTDI11) é um FII de papel, com prazo determinado de 5 anos (prorrogáveis por até 2 anos adicionais) focado na aquisição de CRIs indexados ao CDI, buscando previsibilidade de retorno em um cenário de juros elevados. O fundo tem como retorno-alvo entregar uma rentabilidade líquida próxima a CDI + 2,5% ao ano. Com duas emissões de cotas já realizadas, o fundo possui cerca de R$ 580 milhões de patrimônio líquido.

A carteira atual do fundo é composta por ativos de crédito atrelados ao setor residencial, shoppings, logística e corporativo (onde o risco da operação, por vezes, é o risco de crédito da própria companhia). Por atuar no processo de estruturação das operações investidas, o fundo consegue negociar a inclusão de garantias sólidas e adequadas, que vão desde ações da empresa, fundos de reservas (como juros ou obras), alienação fiduciária de imóveis e fiança de sócios, o que traz uma maior segurança ao investidor e uma relação risco vs. retorno mais equilibrada ao fundo.

O crédito cedido pelo fundo visa financiar: (i) obras dos empreendimentos, sejam eles atrelados ao setor residencial ou ao setor logístico; (ii) aquisições de lajes corporativas; e (iii) CAPEX ou capital de giro para incorporadoras ou empresas atuantes no mercado imobiliário. 

BTG Pactual Crédito para Incorporação

O BTG Pactual Crédito para Incorporação é um fundo imobiliário de recebíveis focado em operações de crédito voltadas ao financiamento da incorporação residencial de alto padrão, com atenção especial à qualidade e à localização dos empreendimentos. A estratégia do fundo cobre todo o ciclo de desenvolvimento imobiliário, desde a aquisição de terrenos, passando pelo financiamento da obra, até a antecipação de recebíveis após a entrega das unidades aos compradores.

A carteira é diversificada tanto em termos de operações quanto de localização, com foco em regiões nobres da cidade de São Paulo. O regulamento do fundo permite alocação em ativos indexados ao CDI e à inflação (IPCA), o que oferece flexibilidade para adaptar a estratégia a diferentes cenários macroeconômicos. Essa combinação permite capturar o patamar atual de juros elevados, ao mesmo tempo em que mantém exposição a ganhos de capital em ciclos de queda de juros.

As operações contam com garantias robustas, como alienação fiduciária dos ativos financiados, cessão dos contratos de venda, fundo de reserva, seguro de obra e fiança dos sócios, reforçando a segurança da estrutura. Com duas emissões de cotas já realizadas, o fundo superou a marca de R$ 1 bilhão de patrimônio líquido, o que contribuiu para ampliar a pulverização da carteira e mitigar o risco de concentração.

BTG Pactual Real Estate Hedge Fund Multiestratégia

O BTG Pactual Real Estate Hedge Fund Multiestratégia é um fundo de gestão ativa com mandato para investir em diferentes estratégias do setor imobiliário, tanto em dívida (como CRIs, LCIs e fundos de crédito) quanto em instrumentos de participação (como ações, FIIs e imóveis diretos). O fundo é gerido por uma equipe experiente, com histórico consolidado na originação e estruturação de crédito, além de forte atuação no mercado secundário. A proposta central é oferecer flexibilidade e diversificação, aproveitando oportunidades ao longo dos ciclos financeiros e imobiliários.

O fundo nasceu no contexto da fusão entre o BTHF11 e o BCFF11, como uma alternativa oferecida pela gestão aos investidores que desejavam manter sua alocação em um fundo negociado em balcão. Por ter sido originado a partir do BTHF11 — um fundo cetipado —, o BTME11 preserva essa característica, de alocação flexível e com alocações alinhadas ao contexto econômico.

A estratégia do fundo visa a alocação em ativos de crédito, com ênfase em papéis indexados ao CDI, refletindo uma estratégia defensiva em ambientes de juros elevados. A diversificação setorial inclui exposições relevantes a empreendimentos residenciais, shoppings, hotéis e galpões logísticos, além de uma alocação tática em cotas de FIIs. A duration dos CRIs permanece concentrada em prazos mais curtos, o que confere agilidade para realocações e adaptação ao ciclo macroeconômico. 

RBR Oportunidades em Crédito Imobiliário

O RBR Oportunidades em Crédito Imobiliário é um fundo dedicado ao investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com foco em operações ligadas ao desenvolvimento residencial na cidade de São Paulo. A estratégia do fundo combina três frentes complementares: uma parcela majoritária do portfólio é destinada a operações high grade e estruturadas; uma parte menor é direcionada a investimentos táticos com potencial de ganho de capital; e uma fração residual é mantida em caixa para futuras alocações. Todas as operações são originadas e estruturadas internamente, com base na ampla rede de relacionamento da gestora, o que permite negociar condições vantajosas de taxa e garantias.

O portfólio é concentrado na cidade de São Paulo, com destaque para regiões valorizadas como Itaim Bibi, Vila Olímpia e Jardins. A maior parte das operações está associada ao financiamento de ativos residenciais em desenvolvimento, seguidas por projetos com estoque pronto e locações pulverizadas. Todas as operações contam com garantias reais, especialmente alienação fiduciária de ativos de alto padrão, e são monitoradas de forma rigorosa, com apoio de agentes externos e mecanismos contratuais como cláusulas restritivas, covenants de cobertura, limite de alavancagem, controle de vendas e acompanhamento operacional e financeiro mensal.

BTG Pactual Dívida Infra CDI

O BTG Pactual Dívida Infra CDI é um Fundo Incentivado de Investimento em Infraestrutura (FI-Infra) com objetivo de auferir rendimentos por meio de uma alocação majoritária em ativos de crédito estruturado, com foco em debêntures incentivadas, que viabilizam o financiamento de projetos de infraestrutura em diversas regiões e setores da economia brasileira. A estrutura é hedgeada para o CDI, oferecendo retornos alinhados ao cenário de juros.

O fundo é caracterizado por uma gestão ativa, que envolve originação própria, estruturação, diligência e monitoramento contínuo dos ativos. A estratégia prioriza a construção de um portfólio diversificado, formado por ativos que contam com garantias reais, sponsors com histórico sólido e projetos com bons fundamentos.

O processo de investimento segue três etapas. Na fase de originação, são identificadas oportunidades. Em seguida, ocorre a diligência, com discussão da tese, análise pelo comitê de crédito e negociação dos termos finais da operação. Por fim, a proposta é avaliada pelo Comitê de Investimento, composto por membros sêniores com ampla experiência, cuja aprovação exige unanimidade dos membros.

AZ Quest Infra-Yield VII

O AZ Quest Infra-Yield VII é um FIP-IE, com prazo determinado de 6 anos, sendo 4 anos de investimento e 2 anos de desinvestimento. O fundo tem como foco o investimento em ativos de crédito estruturado, especialmente via debêntures, que sejam majoritariamente estruturados pela equipe de gestão da AZ Quest.

O fundo busca entregar um retorno líquido pré-fixado de 17,6% ao ano, via carrego das operações, ao mesmo tempo que a estratégia de ganho de capital na venda das operações será oportunística a depender das condições de mercado.

A estratégia está centrada em ativos de perfil mid-grade, envolvendo projetos de geração solar e hídrica (brownfield e greenfield), todos estruturados com pacotes de garantias robustos que incluem alienação fiduciária das ações das companhias, cessão fiduciária dos direitos creditórios e recebíveis, alienação fiduciária de direitos reais de superfície e fiança.

Ademais, o fundo ainda possui exposição a ativos atrelados ao setor de telecomunicações (infraestrutura de torres) e de biometano, além de operações táticas em debêntures com maior liquidez que visam complementar a diversificação da carteira e contribuir com o aumento do carrego do fundo.

BTG Pactual Infra Debt

O BTG Pactual Infra Debt FIP-IE é um fundo de investimento em participações voltado ao financiamento de projetos de infraestrutura, com ênfase na aquisição de instrumentos de dívida, como debêntures. A estratégia é atuar principalmente em projetos em estágio inicial de desenvolvimento, antes do momento em que as empresas normalmente acessam o mercado de capitais. Esse posicionamento permite ao fundo acessar operações com retorno mais elevado, ainda que estruturadas com critérios mais rigorosos e garantias maiores. A carteira foca em ativos com diferentes níveis de maturidade, incluindo projetos brownfield e greenfield. Em muitos casos, os aportes são direcionados a fases menos complexas, com investimentos de menor monta, o que reduz a exposição a riscos de execução. Todas as operações contam com garantias reais, como contas reserva, ações e equipamentos, reforçando a segurança jurídica e financeira das estruturas.  

O fundo conta com um modelo de remuneração híbrido. Nos primeiros dois anos, os cotistas recebem uma rentabilidade prefixada, por meio de instrumento de swap, que busca antecipar parte da atratividade do portfólio. A partir do 25º mês, os rendimentos passam a refletir diretamente a performance dos ativos investidos. Além disso, tanto os rendimentos distribuídos quanto os ganhos de capital na cota do fundo são isentos de imposto de renda para pessoas físicas, o que amplia a atratividade da estrutura.

BTG Pactual Energy Opportunities

O BTG Pactual Energy Opportunities é um Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura (FIP-IE) que visa investir em crédito privado, com ênfase em debêntures. A principal estratégia do fundo é a alocação em operações atreladas a projetos de infraestrutura, com destaque para o setor de geração distribuída, aproveitando a crescente demanda por capital para a construção de novas usinas e a expansão do mercado de energias renováveis no Brasil.

A atuação do fundo contempla diferentes formatos de financiamento ao longo do ciclo de desenvolvimento dos projetos. Isso inclui desde operações de equity inicial, passando por empréstimos-ponte, até o financiamento de longo prazo — permitindo ao fundo adaptar sua atuação conforme as necessidades de capital de cada empreendimento. Esse modelo amplia o alcance da estratégia e permite capturar oportunidades em diferentes estágios de maturação, preservando a estrutura de garantias e metas de desembolso atreladas ao avanço físico das obras.

O processo de seleção de ativos ocorre em três etapas. Primeiramente, são avaliados os fundamentos de crédito dos emissores, com foco na capacidade de pagamento e estrutura de capital. Em seguida, é feita uma análise qualitativa da empresa, considerando governança, posicionamento competitivo, estrutura societária e perfil da gestão. Por fim, é conduzida uma análise de estresse para testar a resiliência dos ativos frente a cenários econômicos adversos. Todo o processo é supervisionado por um comitê de crédito, que define limites individualizados por emissor, sempre em conformidade com as regras regulatórias.

RBR Infra Crédito PRÉ

O RBR Infra Crédito PRÉ é um FIP-IE, com prazo determinado de 5 anos, sendo 3 anos de investimento e 2 anos de desinvestimento. O fundo tem como foco a alocação em crédito estruturado atrelado ao setor de infraestrutura, com predominância de operações com exposição ao risco de projeto. O retorno-alvo líquido da estratégia é de 16,2% ao ano.

O processo de alocação do fundo segue o seguinte fluxo: (i) originação, onde o time de gestão identifica oportunidades de investimento; (ii) análise detalhada, que envolve avaliação do valor intrínseco do ativo, estudo de mercado e validação técnica da capacidade de geração de caixa do projeto; (iii) tese de investimento, na qual é reavaliado o momento do ciclo e o equilíbrio entre risco e retorno da operação; (iv) avaliação e envio da proposta ao comitê de investimentos; (v) estruturação final pelas equipes jurídica e de crédito; e (vi) gestão e monitoramento das operações.

A carteira do fundo é organizada em três estratégias complementares: (i) core, voltada a operações incentivadas de longo prazo estruturadas em project finance, com maior previsibilidade de fluxo de caixa; (ii) yield, principal frente de investimento, focada em operações não incentivadas de menor duration, como bridge loans e mini-perm, que capturam taxas mais elevadas associadas ao financiamento transitório de projetos; e (iii) tática, direcionada a títulos líquidos, buscando ganhos de capital no curto e médio prazo por meio de reprecificação ou potenciais upgrades de rating.

Valora Infra IPCA Renda Mais

O Valora Infra IPCA Renda Mais tem como foco o investimento em debêntures de infraestrutura. O fundo busca investir majoritariamente em papéis indexados ao IPCA, complementados por alocações táticas em ativos indexados ao CDI. O veículo possui um retorno-alvo líquido de IPCA + 9,3% ao ano e prazo total de 5 anos, sendo 4 anos de investimento e 1 ano de desinvestimento.

A tese de investimento do fundo está centrada na concessão de crédito para projetos de infraestrutura, priorizando estruturas na modalidade de project finance. Nessa abordagem, o financiamento é feito com base na capacidade do próprio projeto de gerar receitas futuras, permitindo um modelo preditivo de análise e mitigação de risco, amparado por garantias reais e covenants contratuais. Além do rigor na originação, o fundo adota uma política de diversificação setorial e de emissores, limitando a exposição máxima por ativo a 15% do patrimônio líquido.

Neste sentido, a estratégia de alocação está centrada em ativos de perfil mid-grade, em especial em projetos nos setores de geração solar (GD), geração hídrica, saneamento básico e biometano.

Ativos Analisados

BT
BTLA11
BTG LOG AAA Cajamar
BT
BTLC11
BTG Pactual LOGCP
BT
BTIR11
BTG Pactual Crédito para Incorporação
BT
BTME11
BTG Pactual Real Estate Hedge Fund Multiestratégia
BT
BTAG11 II CDI
BTG Pactual Crédito Agrícola BTAG II CDI Fiagro – Direitos Creditórios
BT
BTAG11 II PRÉ
BTG Pactual Crédito Agrícola BTAG II PRÉ Fiagro – Direitos Creditórios
Éx
Éxes Carajá Fiagro-DC
Éxes Carajá Fiagro-DC
BT
BTID11
BTG Pactual Infra Debt
BT
BTEO11
BTG Pactual Energy Opportunities
BT
BTLP11
BTG Pactual Log Prime
BT
BTDI11
BTG Pactual Crédito Imobiliário CDI
BC
BCDI11
BTG Pactual Dívida Infra CDI
AZ
AZ IY VII
AZ Quest Infra-Yield VII
RB
RBR PRÉ
RBR Infra Crédito PRÉ
Va
Valora CDI
Valora Infra CDI Renda Mais
Va
Valora IPCA
Valora Infra IPCA Renda Mais